Diretora executiva do JP Morgan acusada de drogar, humilhar e abusar sexualmente de funcionário
Lorna Hajdini, de 37 anos, terá transformado Chirayu Rana, de 35, no seu escravo sexual.
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É um caso de abuso de poder que está a agitar o mundo da banca, até porque a vilã é uma mulher. Lorna Hajdini, de 37 anos, diretora executiva do departamento de finanças do banco JP Morgan, em Nova Iorque, está a ser acusada de utilizar a sua posição e influência para assediar e abusar sexualmente de um funcionário júnior.
Chirayu Rana, de 35, diz que Hajdini quis fazer dele um escravo sexual, obrigando-o a praticar atos sexuais não consensuais e humilhantes. A queixa também inclui o depoimento de uma testemunha que afirma que Hajdini a convidou para um 'ménage à trois', segundo o 'New York Post'.