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Opinião de Joaquim Evangelista...
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O Sindicato dos Jogadores, no âmbito dos estudos que tem feito sobre o futebol português, foi desafiado pelo Record, a identificar os jogadores portugueses a atuar nas competições profissionais (Liga NOS e LEDMAN) em função da sua naturalidade.
Os resultados são surpreendentes e devem exigir uma reflexão profunda.
À semelhança do país real, político e social, o país desportivo padece dos mesmos problemas estruturais, com um êxodo manifesto do interior para o litoral, das periferias para os grandes centros.
Esta realidade deve ser, naturalmente, enquadrada com as possibilidades de progressão no exercício da atividade desportiva e potencial profissionalização dos que ambicionam uma carreira enquanto jogador de futebol.
Numa altura em que está a ser implementado pela Federação um modelo de certificação das entidades formadoras, em que os clubes são categorizados de acordo com critérios de planeamento e orçamento, estrutura organizacional, recrutamento, formação desportiva, acompanhamento médico-desportivo, formação pessoal e social, recursos humanos, instalações e produtividade, faz sentido perceber de que maneira este instrumento pode ajudar a combater as desigualdades e capacitar mais regiões do país com os instrumentos necessários a apoiar o crescimento do jogador profissional formador em Portugal.
Devemos muito aos nossos clubes do interior. E muito tem sido feito para ajudar a minimizar as assimetrias, nomeadamente pela FPF, através de uma aposta estrutural efetiva, tornando a pirâmide do futebol mais sustentada e simétrica quanto ao desenvolvimento regional.
Contudo, conforme referido neste e noutros setores continuamos a ser um país com diferentes velocidades no que respeita ao desenvolvimento, muito pode se deve ser feito, o sucesso do futebol português exige que se olhe para o interior do país, que sejam dadas condições às Associações Distritais, aos Clubes e às populações cada vez mais próximas da realidade do litoral litoral, que possam garantir a prática desportiva aos jovens e a sua formação integral e garantam o sucesso do jogador português ao longo da formação e na transição para o futebol profissional.
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