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Luís Freire: «São 80 equipas para dois lugares e sabemos das dificuldades»

Técnico do Mafra aponta para um final de temporada muito renhido

• Foto: Mafra/João Marques
O técnico do Mafra, Luís Freire, mostra-se confiante para o que a temporada 2017/18 ainda reserva. Atualmente em 2º lugar na Série D do Campeonato de Portugal (CPP), com cinco pontos de vantagem para o terceiro classificado, Praiense, o líder mafrense não deixa que esta 'almofada pontual' faça baixar a exigência de uma época que se adivinha difícil.

"Não há conforto para ninguém nesta série. Queremos chegar a posições que sejam coerentes com o nosso objetivo, que passa inicialmente por atingir o playoff de subida. Estando nos oito melhores, tudo é possível", frisou, contactado por Record, o técnico do Mafra, que está a um ponto da liderança da série, ocupada pelo Vilafranquense. Mas não será um percurso isento de dificuldades, prometeu o treinador. "Somos segundos classificados e estes campeonatos são muito equilibrados. Não damos nada por garantido. Será uma luta muito grande que levamos com entusiasmo e grande responsabilidade. Não nos iludimos... mas estamos motivados para estar nesta luta pelo que queremos até ao apito final do campeonato", garantiu. Mas "não nos corta a ambição. Sabemos que o clube, tal como a equipa, tem de andar com os pés bem assentes no chão. Estamos a fazer e faremos o nosso percurso e no fim far-se-ão as contas".

O plantel mafrense foi alvo de uma reestruturação, com as entradas de Sérgio Oulu (ex-Real), Alexandre Hans (ex-Aves) e Iniesta (ex-BC Branco) e as saídas dos defesas Goiano e Natalino e o atacante Wilson. Para fechar o plantel, o técnico espera só o ingresso de um ponta-de-lança, que, diz o técnico, "está bem encaminhado e poderá chegar brevemente". O desafio passa, nesta altura, por promover a melhor integração das novas caras. "Teremos de ser rápidos para podermos trabalhar em cima dos jogadores que chegaram e passar-lhes as nossas ideias", afirmou.  

Do Campeonato de Portugal sobram elogios quanto à competitividade da prova, espelho das dificuldades prometidas ao técnico mafrense. "São 80 equipas para dois lugares e sabemos das dificuldades. Há equipas muito fortes no Norte, com bastante investimento e com boas condições. Penso que a Série D é das mais fortes e a mais equilibrada. Há boas equipas, com trabalhos muito bem conseguidos dos treinadores. Na nossa série, com Praiense, Torreense, Sacavenense, Fátima - equipas que estiveram na série de subida na época transata -, o Mafra e o Vilafranquense, que assumiu a candidatura e apostou muito forte este ano. Em qualquer campo, qualquer equipa pode tirar pontos a outra", finalizou.


Por Francisco Laranjeira
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