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A crónica do Vizela-Arouca, 2-2: desejo semelhante acabou empatado

Intensidade, expulsões e incerteza quanto ao desfecho acabou por não deixar ninguém feliz

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A crónica do Vizela-Arouca, 2-2: desejo semelhante acabou empatado

Parece existir uma aversão arouquense à monotonia neste arranque de campeonato. Depois do jogo épico com o Estoril (4-3), a equipa de Daniel Ramos voltou ontem a deixar em campo uma capacidade de superação pouco comum para uma fase tão precoce da temporada. Não saiu com a vitória, mas isso também se deveu ao mérito do Vizela, que entrou atrevido e chegou cedo à vantagem, por Samu (9’), de penálti, a castigar um empurrão precipitado de Matías Rocha sobre Essende. O central uruguaio (em estreia) foi bem expulso e forçou Daniel Ramos a fazer alterações táticas. O técnico posicionou Tiago Esgaio a central e fez recuar Jason, reequilibrando os sectores, o que impediu o Arouca de ficar desligado.

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