Ivan Zlobin: «O Famalicão tornou-se uma casa para mim»
Guarda-redes e capitão dos minhotos parte para a sétima época no clube
À partida para mais uma temporada em Famalicão, a sétima consecutiva, Ivan Zlobin mostrou uma grande ambição de, mais uma vez, lutar pelo lugar na baliza, ao mesmo tempo que revelou sentir-se em casa.
Estágio em Itália: "Sentimos-nos muito bem aqui em Itália. O mais importante para nós é o torneio e os jogos. Os jogos que nós fizemos acho que foram de um bom nível. Batemo-nos olhos no olhos com boas equipas. Mas, acima de tudo, sempre com os pés no chão e com muita organização".
Preparação para a época: Estamos cada vez mais preparados. Não só depende do jogo, mas também dos treinos, porque a nossa equipa dá tudo em cada treino e em cada jogo. E mesmo os jogos amigáveis nós disputamos para ganhar, porque queremos ganhar o próximo jogo".
Decisão de Carlos Carvalhal de ter Sorriso como capitão em campo: "Claro que compreendo. É o treinador que manda, como dizem sempre, e eu tenho que respeitar sempre a decisão. E espero que todos os jogadores possam sempre respeitar a decisão do míster, porque isto é o que é o mais importante para o espírito da equipa".
Pronto para lutar com Carevic: "Vocês sabem que não é novidade para mim lutar pelo meu lugar. Na minha carreira toda, estou sempre a lutar pelo meu lugar e à espera da minha oportunidade. Faço o meu melhor no dia a dia, faço o meu melhor para a equipa e estou sempre pronto".
Crescimento do Famalicão: "Quando eu cheguei, o clube já tinha essas ideias de crescer e isso sempre se notou desde o primeiro dia que estou aqui. E é óbvio que o clube, não só o clube, a cidade tornou-se para mim muito especial, muito especial mesmo. Posso dizer que é uma casa e sinto-me muito feliz que esta casa esteja a crescer, não só a cada ano, é a cada dia".
Ambição europeia: "O mais importante para nós é o próximo jogo. Por exemplo, na sexta-feira já temos jogo aqui neste torneio e na próxima sexta-feira vamos começar o campeonato. O nosso foco principal é o próximo jogo, para fazer o melhor possível no dia a seguir".
Amor pelo clube: "É o que estava a dizer, sinto-me em casa e posso ser honesto. Os meus filhos nasceram em Famalicão e eu quero fazer o melhor possível de mim, para que os meus filhos, passado algum tempo, sintam o orgulho da cidade e do clube".
Saída de Gustavo Sá "O Gustavo Sá era um dos capitães da nossa equipa e eu pessoalmente reagi com uma felicidade, estou muito feliz por ele. Já o conheci há alguns anos e realmente gosto dele, gosto da mentalidade dele. Muita gente diz que é um menino, mas eu sempre olhei para ele como uma pessoa com decisões de um senhor".
Pode ter sucesso? "Acredito que ele pode ter sucesso em qualquer lado e desejo-lhe a maior sorte do mundo dentro do campo e fora dele também".
Diferença entre trabalhar com Hugo Oliveira e Carlos Carvalhal: "Claro que são treinadores diferentes, mas acima de tudo são pessoas diferentes, com ideias que podem ser parecidas, mas cada um tem os seus princípios e nós temos que respeitar esses princípios e, acima de tudo, gostarmos destes princípios. Isso que é importante".
Palavra aos adeptos: "O que sempre digo para os nossos adeptos, mesmo no dia a dia, quando falo com eles na cidade, e sou honesto com isto, o mais importante para nós é o jogo a seguir e quero aproveitar este momento e agradecer aos nossos adeptos porque vieram cá para apoiar o Famalicão, para mostrar a comunidade do Famalicão a todos e para mostrar o amor do clube que eles têm. Isto que é importante".
Reforços: "Quero deixar também uma palavra para os nossos novos jogadores, porque entraram muito bem no grupo e eu sinto que estão cada vez mais confortáveis. Estou feliz de que eles querem estar aqui, querem ajudar o grupo, querem ajudar o clube a crescer e posso dizer como capitão que estou mesmo feliz de que recebemos não só os jogadores de alta qualidade, mas também os bons homens".