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As mais-valias de 28 milhões de euros obtidas com a venda de jogadores levou a SAD a fechar o exercício de 2018/2019 com o seu melhor resultado de sempre, o que contrasta com os prejuízos de 1,83 milhões registados na época anterior.
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A SAD do Sp. Braga vai apresentar na próxima assembleia-geral de acionistas, que está marcada para 11 de outubro, um resultado líquido recorde de 6,2 milhões de euros e um EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) de 13,1 milhões de euros, o que contrasta com o prejuízo de 1,83 milhões de euros e um EBITDA de 3,3 milhões registados na época anterior.
"Este constitui um resultado recorde, o melhor de sempre da história da sociedade, que assume maior relevo se for tido em consideração o facto de não contarem para esta soma receitas de elevado significado obtidas em exercícios anteriores com a participação na UEFA Europa League (que no período homólogo havia rendido 7,1 milhões de euros)", enfatiza a SAD arsenalista, em comunicado.
Um resultado conseguido sobretudo por via das transações de direitos de atletas (vulgo venda de jogadores), que ultrapassaram os 28 milhões de euros, destacando-se as alienações de Nikola Vukcevic para o Levante (Espanha), Pedro Neto e Bruno Jordão para a Lazio (Itália), Dyego Sousa para o Shenzhen (China) e Mamadou Loum para o FC Porto, o que contribuiu para um volume de negócios superior a 44 milhões de euros.
Os gastos com pessoal ascenderam a 18,5 milhões de euros em 2018/2019, em linha com o exercício anterior, com as remunerações a representaram 12,7 milhões do total, ao que acresce prémios de produtividade, respetivos encargos sobre aquelas e seguros de acidentes de trabalho, entre outros.
A SAD do Sp. Braga frisa que este montante inclui, ainda, todos os gastos inerentes aos atletas, treinadores e demais "staff" que compõem as equipas da sociedade, nomeadamente formação (sub-15, sub-17 e sub-19), equipa sub-23, equipa B e plantel principal.
A performance conseguida pela sociedade em 2018/2019 fez crescer o seu ativo em cerca de 25%, para aproximadamente 72 milhões de euros, enquanto o passivo registou um aumento de 18%, situando-se nos 52 milhões de euros, "essencialmente motivado por compromissos assumidos com o reforço do plantel principal, bem como no âmbito de alienações de direitos de atletas que, embora reconhecidos, vencem na cadência dos respetivos montantes a receber", explica a sociedade presidida por António Salvador.
De resto, a SAD arsenalista sublinha o facto de ter sido capaz de "gerar resultados superiores ao seu capital social (que é de seis milhões de euros), situando o capital próprio em 19,1 milhões de euros e permitindo assim o alcance de uma autonomia financeira de cerca de 27%".
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