Depois de logo após o jogo entre FC Porto e V. Setúbal (1-1), no domingo, os dragões se terem insurgido contra o antijogo dos sadinos, esta segunda-feira os azuis e brancos voltam ao tema com duras críticas à atuação da equipa orientada por José Couceiro.

Nuno e o alegado antijogo: «Cada equipa adota a estratégia que considera melhor»
"Ainda vamos ter de esperar mais algum tempo para ver o FC Porto assumir a liderança do campeonato, depois do empate a uma bola com o Setúbal, num jogo que ficará na história deste campeonato como o pior exemplo de antijogo desde o primeiro minuto. O árbitro Manuel Oliveira concedeu 12 minutos de descontos (final de primeira parte e final de jogo), mas isso não compensa as constantes quebras de ritmo provocadas pelo Setúbal, com inúmeras entradas da equipa médica em campo, mas nenhuma quando o resultado lhes era desfavorável - no total, a equipa médica do Setúbal entrou em campo sete vezes, três com o resultado em branco, quatro com o resultado empatado a um golo, num total de 9m26s de tempo perdido só nestas sete paragens. Mas o antijogo do Setúbal não se cingiu às assistências médicas, começou com o apito inicial do árbitro - aos cinco minutos já o árbitro avisava Bruno Varela para não perder tempo - e chegou a ser obsceno. Infelizmente, o crime continua a compensar e assim será enquanto não houver coragem de expulsar os jogadores infratores", pode ler-se no 'Dragões Diário'.

Na mesma newsletter diária do clube, o FC Porto sublinha ter "sérias queixas da arbitragem". E precisa: "[Manuel Oliveira] Deixou passar três lances de penalidade, primeiro sobre André Silva, depois sobre Brahimi e novamente sobre André Silva. No segundo lance chega a ser caricato que árbitro e assistente não tenham visto a forma como Bruno Varela empurrou Brahimi. E assim se adulterou um jogo de forma grave, com clara influência no resultado. As armadilhas estão ao virar da esquina e só os mais desatentos podem ficar surpreendidos, mas todos estes episódios sucessivos são motivo para apoiarmos cada vez mais a equipa".

Autor: Sofia Lobato