Com dez presenças na final e três troféus conquistados, o V. Setúbal é um dos clubes com melhor palmarés na Taça de Portugal. Apesar desse rico historial, os sadinos – que entram em ação na edição 2017/18 da prova rainha daqui a uma semana frente ao vizinho Pinhalnovense – sabem por experiência própria que todos os adversários têm de ser encarados com máximo rigor para não serem eliminados precocemente.

Nos últimos seis anos, os vitorianos tombaram na Taça por duas ocasiões com emblemas de escalões inferiores. As derrotas, ambas por 1-0, sucederam frente ao Mirandela (que competia ainda na antiga 2ª Divisão), em 2011/12, e com o Oriental (então na 2ª Liga), em 2014/15, sendo um sério alerta para os comandados de José Couceiro, que estão determinados em impedir que se repita o cenário de desolação e surpresa que aconteceu com as equipas então treinadas por Bruno Ribeiro e Domingos Paciência, respetivamente.

Ciente da importância das taças para os adeptos sadinos, o treinador José Couceiro já alertou os seus jogadores para a necessidade de aplicação máxima na visita do próximo domingo ao reduto do Pinhalnovense, atual quinto classificado da Série E do Campeonato de Portugal. Ao leme do Vitória nas épocas de 2013/14 e 2016/17, o técnico apenas viu a sua equipa cair nos ‘oitavos’ diante do Rio Ave e Sporting.

Folga dupla

Entretanto, depois de cinco dias de trabalho no Vale da Rosa, o plantel sadino gozou ontem o primeiro de dois dias de folga concedidos por José Couceiro, que volta a orientar nova sessão amanhã, às 17 horas, no Bonfim. Ao serviço da seleção sub-20, o médio André Sousa junta-se aos colegas apenas na quarta-feira depois do jogo de preparação com a Itália, em Portimão. Quanto a Patrick Vieira, João Teixeira, Adebanjo e Yannick Djaló continuam entregues ao cargo do departamento médico.


Autor: Ricardo Lopes Pereira