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Costinha: «Desliguei o telefone na cara do Quaresma»

Jogador dos sadinos lembra convivência com o Mustang

• Foto: Bruno Teixeira Pires
+ Quem era a tua principal referência?

COSTINHA – Quando era mais novo o meu ídolo era o Ricardo Quaresma.

+ Chegaste a conhecê-lo?

C – Sim, conheci-o quando estava na formação do FC Porto. Mas antes tive uma história engraçada. Como era fã dele, a minha mãe conseguiu que ele me ligasse para o telemóvel. Atendi e ele falou naquela voz característica dele, mas não acreditei e desliguei-lhe o telefone na cara. Felizmente voltou a ligar (risos).

+ Agora é você que tem a responsabilidade de fazer felizes os mais novos?

C – Sim, sei bem a alegria que tive nesse momento e agora tenho todo o tempo do Mundo para estar com os adeptos. Não nos custa nada e para eles é marcante, como foi para mim.

«Era eu que levava sempre a bola»

R - Nasceu na Pedrulha, em Coimbra. Como era o menino João Costa?

COSTINHA – Era sempre aquele que levava a bola para a escola e que andava sempre com ela debaixo do braço para todo o lado.

+ Começou a jogar no Esperança e depois foi para o FC Porto. Como foi essa experiência?

C – Era iniciado de segundo ano e fui para a Casa do Dragão, sozinho. Foram três anos fantásticos. Todos adorariam ter a experiência de liberdade que tive.
Por Ricardo Chambel
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