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Ricardinho: «Emocionei-me pelo João Matos e o Cary»

Jogador do Inter Movistar abraçou os amigos

• Foto: EPA
Nas bancadas, do mais novo ao mais velho dos adeptos, todos tinham Ricardinho na ‘mira’. E o astro português ‘respondeu’ com jogadas de génio, um golo magnífico e muita magia. "Os gritos pelo meu nome significam respeito e carinho. Deus não agradou a todos e eu também não vou conseguir. Tento fazer o máximo pelos clubes e pelo futsal. O remate antes do meio-campo? Eu conheço bem o Marcão, sabia que ele ia tentar adivinhar. Ouvir um bruaá já foi bonito. A bola esbarrou no poste", frisou.

Ricardinho voltou a ser a dor de cabeça dos leões, mas assim que terminou o jogo não perdeu tempo em abraçar os amigos portugueses. "O Sporting mostrou a sua qualidade. Foi muito difícil e a sofrer até ao final. Representaram bem o futsal português. Confesso que me emocionei pelo João Matos e o Pedro Cary. Dois companheiros incríveis que já merecem o troféu. Sei que a vez deles vai chegar. O Matos é um grande jogador, um grande líder. Tem de levantar o ânimo da equipa. Disse-lhe para sorrir, tem de estar orgulhoso do que fez com o Sporting", realçou.

De recorde em recorde, Ricardinho está a ter "um ano de dez" [expressão espanhola], mas garante que quer mais. "Sempre disse que ganhar um título pela Seleção era algo fantástico. Os companheiros estiveram incríveis. Está a ser um ano incrível. Bater o recorde do Eremenko. Deixei mais uma marca de Portugal, de forma individual. Consegui ganhar aqui o terceiro título Europeu em 12 meses. E passo também o Foglia, que tinha 7 golos nas final four. Eu consegui chegar aos 8 [tal como Esquerdinha, do Barcelona]. É algo bonito", referiu.
Por André Ferreira
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