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Ceballos aponta armas a Zidane, fala sobre a 'bomba' de verão e também de Ronaldo

Médio espanhol em entrevista à Radio Marca

• Foto: Reuters
Dani Ceballos teve poucas oportunidades com Zinedine Zidane no comando técnico do Real Madrid, mas com a saída do treinador francês e a chegada de Julen Lopetegui, o médio espanhol, de 22 anos, espera que o passado não se repita, confessando mesmo que "em janeiro contratou um treinador pessoal para se manter em forma". Em entrevista à Radio Marca, Ceballos não poupa nas críticas a Zidane.

"Razão para não ter tido muitas oportunidades? Isso tem de perguntar a Zidane. Eu trabalhava à procura dessa oportunidade, mas chega a um ponto que vês que é impossível. Marquei dois golos em Vitoria [frente ao Alavés que terminou com triunfo merengue por 2-1], mas no dia seguinte em Dortmnud joguei um minuto. Quando passam semanas e sentes que não és importante é mais difícil. Houve uma altura em que dei a época por perdida. Estávamos a 15 pontos do 1.º na Liga, só nos restava a Champions e eu não entrava nessas contas", explicou o médio.

"Em janeiro contratei um treinador pessoal, porque não jogava nem à quarta-feira nem ao domingo e baixei a intensidade. Queria estar no máximo na pré-temporada. Se Zidane continuasse, estava claro que eu iria sair, mas com a chegada de Julen Lopetegui tudo foi diferente", disse.

Ceballos recorda o momento que que soube o nome do sucessor de Zidane: "Estava de férias e vi nas redes sociais, um amigo escreveu "Bomba". Não estava à espera, mas penso que é o melhor treinador que podíamos ter."

Quanto a Ronaldo, Ceballos confessa que também não esperava pela saída do internacional português. "Não ficou claro que iria sair. O facto de ter falado sobre isso no final da Champions não nos incomodou mas penso que não era o momento."
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