Depois de o jornal 'As' ter adiantado às primeiras horas desta segunda-feira que o pai de Neymar se encontra na capital francesa a negociar uma eventual transferência do craque brasileiro do Barcelona para o Paris Saint-Germain, agora é a vez da 'Marca' assegurar que o negócio depende apenas do 'sim' do futebolista, uma vez que o emblema francês estaria de disposição de acionar a cláusula de rescisão no astronómico valor de 222 milhões de euros.

A informação "confidencial", como é tratada pela 'Marca', decorrerá seguramente da reunião que estava agendada para esta segunda-feira, em Paris, entre o pai e agente do avançado e o líder do PSG, Nasser Al-Khelaifi. A reunião, adianta o outro matutino da Catalunha, o 'Sport', terá sido solicitada pelo próprio representante do futebolista, que se sente incomodado no Barcelona, por ter de partilhar com Messi e Suarez o protagonismo na equipa.

A 'Marca' não arrisca qualquer cenário e recorda mesmo que, já há um ano, Neymar admitira conversas com os responsáveis do clube parisiense, antes de decidir permanecer em Camp Nou. Para evitar volte-faces como o de 2016, o PSG acena com um salário anual de 30 milhões de euros, o que transformaria o brasileiro no jogador com o salário mais alto do velho continente. Igual a Lionel Messi e um pouco acima de Cristiano Ronaldo. 

Apenas mais dois aspetos. Neymar só sairá do Barça, caso o clube francês acione a cláusula de rescisão, uma vez que o emblema catalão não está sequer disposto a negociar. Se o negócio tivesse sido concretizado até 30 de junho, o PSG teria de pagar 'apenas' 200 milhões. Isto porque o valor da clásula de rescisão do futebolista brasileiro aumenta automaticamente no final de cada época desportiva.

Autor: João Lopes