"Ele não parava de nos pedir desculpa", contou aos microfones da rádio da IAAF Julian Forte, um dos atletas da Jamaica que correu a estafeta 4x100 metros ontem à noite.

Quando se aperceberam da lesão de Bolt, os colegas cercaram-no e ajudaram-no a levantar-se – o velocista recusou a cadeira de rodas –, mas a principal preocupação do atleta era para com os companheiros. "Nós dissemos-lhe que não tinha de se desculpar, as lesões fazem parte do desporto."

Omar McLeod concordou: "Aconteceu. O nome de Usain Bolt vai ser para sempre recordado", frisou o jamaicano.

Kevin Jones, o médico da equipa da Jamaica, contou que Bolt sofreu uma cãibra na coxa esquerda. "Mas a maior dor foi a desilusão por não ganhar a corrida. As últimas três semanas foram duras, desejamos-lhe o melhor."

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