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Húngaros detidos após desobediência à GNR

Elementos da equipa são hoje presentes ao juiz, após agredirem militar da GNR na Vila do Prado

Dois húngaros, pertencentes à equipa que se deslocou a Portugal para disputar o Campeonato do Mundo de maratona, que ontem terminou na Vila do Prado, em Braga, vão ser presentes esta segunda-feira a um juiz no tribunal desta localidade, depois de ontem terem sido presos na sequência de desobediência às ordens dos militares da GNR, tendo mesmo agredido um deles.

Fonte do Comando Territorial de Braga disse ao nosso jornal que o incidente ocorreu no último dia do Mundial, tendo os dois elementos da comitiva húngara invadido zonas proibidas, numa altura em que compatriotas discutiam o título na derradeira prova do programa. A mesma fonte não esclareceu, todavia, se se trata de atletas, mas pelas idades dos visados, "um com cerca de 50 anos e outro com 40", não deverão ser canoístas, antes sim pessoas pertencentes ao staff.

O militar da GNR que foi agredido – "na zona da cara", revelou a mesma fonte – já teve alta, depois de ter sido assistido no hospital.

A Hungria dominou os Mundiais de maratona na Vila do Prado, com a conquista de 18 medalhas, seis delas de ouro, nove de prata e três de bronze. Espanha, com 8, e África do Sul, com 5, completam, à distância, o pódio, enquanto Portugal terminou na sexta posição do medalheiro, com uma medalha de ouro.
Por Ana Paula Marques
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