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Diack: «Suspeitas sobre irregularidades na atribuição do Rio'2016 são infundadas»

Ex-atleta desvalorizou o inquérito que está a ser feito

• Foto:  Paulo Calado / Record
O senegalês Papa Massata Diack considerou esta terça-feira "completamente infundadas" as suspeitas de irregularidades na atribuição dos Jogos Olímpicos de 2016 ao Rio de Janeiro e considerou que o inquérito em curso sobre o assunto "não é grave".

Numa entrevista à agência noticiosa AFP, Papa Massata Diack, filho de Lamine Diack, antigo presidente da Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF), garantiu que a cidade brasileira, escolhida em 2009, "venceu de forma justa", refutando as acusações feitas recentemente pelo jornal francês 'Le Monde'.

O jornal aludiu a um pagamento de 1,5 milhões de dólares (cerca de 1,41 milhões de euros) feito por um empresário brasileiro a Papa Massata Diack, três dias antes da eleição da sede dos Jogos Olímpicos de 2016.

Na altura, o seu pai era presidente da IAAF e membro do Comité Olímpico Internacional (COI) com direito a voto.

A 3 de março, e na sequência da notícia do jornal 'Le Monde', o COI anunciou que iria contactar as autoridades judiciais francesas.

A notícia do 'Le Monde' referia também que o o ex-atleta namibiano Frank Fredericks possuía uma sociedade nas ilhas Seicheles que, no mesmo dia em que a cidade do Rio de Janeiro foi escolhida para sede dos Jogos Olímpicos de 2016, recebeu uma verba de 299.300 dólares (cerca de 283.574 euros).

Frank Fredericks terá dito, entretanto, que a verba em causa foi depositada pela Pamodzi Sports Consulting, uma empresa gerida por Papa Massata Diack, que se dedica à promoção de programas de marketing desportivo da Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF).
Por Lusa
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