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Seleção de ténis de mesa otimista para o Brasil

Portugueses confiam em bons resultados

• Foto: Lusa
A seleção portuguesa de ténis de mesa, que se encontra quase de partida para o Rio de Janeiro, apresentou-se esta terça-feira no Centro de Alto Rendimento de Vila Nova de Gaia e revelou grandes expectativas para os Jogos Olímpicos.

O atleta Marcos Freitas não escondeu o entusiasmo de voltar aos Jogos, revelando que o quinto lugar conquistado há quatro anos, em Londres, é um resultado que poderá ser superado já este ano.

"Queremos melhorar aquele quinto lugar de 2012. Somos uma potência no ténis de mesa. Há quatro anos ficámos em quinto lugar, muito perto de uma medalha. Neste momento estamos mais fortes e sem dúvida que o objetivo é fazer melhor. O objetivo é passar à segunda ronda. O sorteio ainda não foi feito e não sabemos os nossos adversários. E por isso queremos passar as primeiras rondas para depois sonharmos com as medalhas", começou por revelar o atleta, que demonstra, no entanto, algumas cautelas.

"Não sei quem vão ser os nossos adversários. Existem muitos bons jogadores no mundo inteiro, por isso não vale a pena estar já a pensar nas medalhas, porque faltam muitas rondas. Temos que estar serenos, concentrados e na máxima força", disse ainda.

Em relação à pressão Marcos Freitas desvalorizou, explicando que o grupo está preparado para essas adversidades.

"Nós já estamos habituados à pressão. Não foi de um dia para o outro que passamos a ser potências", disse ainda.

Apesar de considerar que Portugal deverá ser o favorito no desafio da primeira ronda, Marcos Freitas diz que vão encontrar muita luta pela frente.

"Somos 16 equipas. Portugal é a sexta melhor do mundo neste momento, por isso, estamos posicionados na fila da frente. Mas não sabemos quem vamos defrontar na primeira ronda e vamos esperar. Sem dúvida que seremos os favoritos na primeira ronda, mas nem por isso o jogo será fácil", disse ainda.

O mesatenista João Monteiro também acredita que será possível alcançar bons resultados nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e mostrou o que mudou de há quatro anos para cá no grupo português.

"Foi na prova de equipas que conseguimos os melhores resultados para o ténis de mesa português, por isso penso que será na prova de equipas que teremos mais hipóteses de brilhar", começou por explicar o atleta, que lembrou ainda: "De há quatro anos para cá mudou pouco. Continuamos a trabalhar todos os dias forte para conseguir os bons resultados. Os resultados continuam a ser bastante bons, porque trabalhamos para que isso aconteça."

João Paulo Vilas Boas, do Comité Olímpico de Portugal, esclareceu ainda uma questão bastante falada no momento e que tem causado grande polémica e que se prende com a falta de condições nos alojamentos dos atletas que vão participar nos Jogos Olímpicos.

O dirigente garantiu que as questões apresentadas nada têm a ver com a comitiva portuguesa e afirmou que estão reunidas todas as condições para uma boa estadia dentro dos parâmetros estipulados.

"Já estivemos a ouvir noticias sobre as más condições dos atletas portugueses no Rio de Janeiro e não se confirmam. Aparentemente está tudo em condições. Temos uma equipa de trabalho no Rio de Janeiro a verificar todas as condições. E penso que não vamos encontrar os problemas que a Austrália encontrou", sublinhou.
Por Lusa
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