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A 4 de Fevereiro de 2010, a SÁBADO publicou uma entrevista com Carlos Ramos, o árbitro de ténis português que no sábado dirigiu a final do US Open entre Serena Williams e Naomi Osaka. O encontro ficou marcado pela discussão entre Serena e o árbitro português que advertiu a norte-americana por alegadamente receber instruções do seu treinador. Serena - ainda partiu uma raqueta - exigiu um pedido de desculpas, garantiu não ser batoteira e disse até que foi roubada. Apelidou o português de "mentiroso" e "ladrão", acabando por somar três advertências e o consequente jogo de penalidade. Já depois do encontro, em conferência de imprensa, acusou-o de "sexismo".
Ora, na entrevista à publicação da Cofina, Carlos Ramos assumia que "o jogador de ténis difícil não é razoável". "Há o [jogador] exigente, e quanto mais mediático mais pressão nós sentimos ao arbitrar, mas é uma pressão boa, como, por exemplo, o Roger Federer. E há o difícil porque não é razoável. Não que seja estúpido, mas por lidar mal com a autoridade o resultado de algumas situações depende mais dele do que de nós. O que nos dá pica é gerir emoções e com o olho-de-falcão há muito menos situações dessas", disse.
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