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A polémica que aconteceu na final feminina do US Open entre a tenista Serena Williams e o árbitro Carlos Ramos continua a fazer correr muita tinta. O jornal norte-americano 'New York Times' também abordou este assunto, traçando o perfil do árbitro português.
"O árbitro a quem Serena Williams chamou 'ladrão' na final femina do Open dos Estados Unidos, no sábado, tem há algum tempo vindo a seguir à risca as regras com as maiores estrelas do ténis, masculinas ou femininas", começa assim o artigo.
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A mesma fonte recorda a experiência do juiz português, recordando que é o único em atividade que já arbitrou finais masculinas em todos os torneios de Grand Slam (Open da Austrália, Roland Garros, Wimbledon e US Open), além de ter estado na final dos Jogos Olímpicos em 2012, entre Andy Murray e Roger Federer.
Os especialistas citados no artigo dividem as suas opiniões nesta matéria: uns acreditam que Carlos Ramos poderia ter tido outra abordagem menos dura com a jogadora; já outros defendem que o juiz foi "firme mas justo".
Mais à frente, o 'New York Times' recorda um jogo de Roland Garros em 2017 entre Rafael Nadal e Roberto Bautista-Agut. Na altura, Nadal foi avisado duas vezes por demorar demasiado tempo a servir (na segunda ocasião até perdeu um ponto). No fim do jogo, o espanhol disse inclusive que achava que Carlos Ramos andava "à procura" dos seus erros. Contudo, Nadal admitiu que o respeitava imenso.
Recorde-se que, no sábado, Naomi Osaka venceu o US Open depois de ganhar a Serena Williams na final. Durante o jogo, a tenista norte-americana foi punida três vezes (a primeira com um aviso por coaching, na segunda ocasião perdeu um ponto por partir a raquete e na terceira perdeu um jogo por chamar 'mentiroso' e 'ladrão' ao árbitro). A jogadora foi multada em cerca de 15 mil euros por estes três incidentes.
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