É com agrado que o presidente da Federação portuguesa (FPV) vê o regresso do Sporting. "É sempre vantajoso o aparecimento ou regresso de um clube. É com agrado que vemos regressar, após mais de 20 anos de ausência, o Sporting, pois sendo um clube dos chamados grandes, pode ajudar-nos a conseguir mais espaço na imprensa desportiva."

Todos os planteis do Campeonato Nacional
Álvaro Lopes não considera que a entrada direta de um clube na 1ª Divisão possa ser um entrave ao desenvolvimento da modalidade em Portugal. "Se esse método não fosse positivo, já a teríamos retirado do regulamento", frisou a Record.

O líder federativo também não crê que a abundância de estrangeiros possa ser prejudicial. "Temos portugueses no estrangeiro que têm ajudado a divulgar o nosso voleibol. No Campeonato Nacional, e apesar dos estrangeiros, os jovens considerados promessas estão a jogar na 1ª Divisão e aqueles que fazem a diferença nas equipas de topo são os portugueses, ao contrário do que aconteceu há alguns anos, quando os estrangeiros começaram a vir em grande quantidade."

Só quatro chegam à elite

O modelo competitivo é o mesmo que vigora desde 2014/15, ou seja, no final... haverá dois campeões. O da Divisão de Elite, naturalmente o mais importante, e do da 1ª Divisão. A 1ª fase desenrola-se em sistema de duas voltas, todos contra todos, mas este ano com um número ímpar (13) de equipas. Os quatro primeiros formam depois a Divisão de Elite, a disputar em sistema de playoff à melhor de cinco jogos: 1ºx4º; 2ºx3º. Os vencedores lutam depois pelo título.