Três votos eleitorais

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Os sócios do Sporting voltam hoje a participar num ato eleitoral de enorme relevância. Depois dos cinco anos de Bruno de Carvalho, abre-se agora espaço (e, espera-se, tempo) para um novo ciclo. Que o dia seja um exemplo de civismo e de vitalidade do clube, é o que se deseja e acredita que aconteça. Na assembleia que destituiu BdC, a nação leonina mobilizou-se e votou de acordo com as suas convicções. Não foi um ato irrepreensível, porque um bando de agitadores tornou infernal o ambiente para a Mesa da AG. Mas os leões disseram presente e disseram de forma clara ‘não’ àquilo que não queriam nem querem para o Sporting.

Foram sete candidatos que alinharam no início da corrida mas hoje apenas seis são elegíveis. A campanha conheceu momentos de crispação e teve ataques pessoais dispensáveis, é certo, embora normais quando o debate sobe de tom. Faz-se votos que na hora da consagração do vencedor haja o reconhecimento de que o eleito será o presidente de todos e que ele contará com todos para o desafio que o espera.

É justo atribuir um voto de apreço às comissões que assumiram os destinos do clube num momento em que o mundo leonino ameaçava desabar. Não terão feito tudo bem, mas juntaram esforços e tiveram a coragem de avançar e dar o corpo às balas.

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