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Saída de campo

Bernardo Ribeiro
Bernardo Ribeiro Diretor adjunto de Record

Futuro começa hoje

Portugal arranca hoje a participação no Mundial’2018, uma prova em que temos tido medo de assumir grandes ambições, à exceção de Fernando Santos, que tem dado o peito às balas e mostrado que está na Rússia para tentar qualquer coisa. Será?

Um Mundial não é um Europeu. Mas deve esse facto limitar a ambição portuguesa? Não. O jogo com a Espanha será um indicador do que podemos esperar da equipa nacional, ainda que os nossos vizinhos de Península tenham resolvido arranjar um caso tão grave que nos leva a pensar o que virá dali.

Acredito que Hierro não vai fazer grandes mudanças e não será mais do que um complemento do trabalho de Lopetegui. Não só porque não teve tempo, espaço ou forma de injetar seja o que for, mas também porque a equipa espanhola estava bem e não precisa de grandes retoques.

De Jorge Mendes hoje nas páginas de Record a muitos outros um pouco por todo o lado, é opinião quase unânime de que esta equipa portuguesa é mais forte do que a que se sagrou campeã europeia. Confesso que tenho as minhas dúvidas. Não devido à valia dos craques. Mas porque uma equipa é muito mais do que o somatório dos seus jogadores. Espero que Mendes tenha razão. Comprava já mais uma alegria daquelas!
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