O nosso website armazena cookies no seu equipamento que são utilizados para assegurar funcionalidades que lhe permitem uma melhor experiência de navegação e utilização. Ao prosseguir com a navegação está a consentir a sua utilização. Para saber mais sobre cookies ou para os desativar consulte a Politica de Cookies Cofina

Record

Assinatura Digital Premium Saiba mais

Bloco baixo

Sérgio Krithinas
Sérgio Krithinas Editor

Bolinha vermelha

O dérbi desta noite é um match-point para o Benfica, mas está longe de o ser para o Sporting. Para a equipa de Rui Vitória, a derrota significará seis pontos de atraso em relação à liderança (com fortes hipóteses de serem seis pontos de atraso em relação... ao segundo lugar) e, muito provavelmente, um adeus virtual à única competição que tem para disputar nesta temporada.

Para o Sporting, a derrota não é dramática em termos práticos e matemáticos (o primeiro lugar ficaria, na pior das hipóteses, a três pontos de distância), mas poderá representar um golpe psicológico difícil de gerir, pois implicaria ter os mesmos pontos de um rival que, no que foi jogado até agora nesta temporada, tem sido bastante inferior. Ainda para mais numa altura em que Bruno de Carvalho já fala - em entrevista a Record - no sonho de ganhar a Liga Europa.

O jogo desta noite irá acontecer num contexto de extremismo total de parte a parte, que transforma muito do que vai acontecer fora das quatro linhas mais importante do que os 90 minutos de futebol a que vamos assistir. O jogo, por indicação das forças de segurança, está marcado para as 21h30 (de uma quarta-feira de janeiro!) - esperemos que não seja pela necessidade de ter bolinha vermelha no canto quando for transmitido na televisão.

Tal como noutras ocasiões, dificilmente haverá um dia seguinte de dérbi sem suspeições, acusações e troca de palavras mais acesas. Pelo sim pelo não, o melhor mesmo será manter a bolinha vermelha durante mais algumas horas.
1
Deixe o seu comentário
M M