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Linha Direta

Pedro Gonçalo Pinto
Pedro Gonçalo Pinto Redação

Como 1999 vai mudar o futebol português

De um dia para o outro, os olhos – principalmente dos benfiquistas – abriram-se para Gedson Fernandes. Para muitos pode surgir como surpresa, mas bastava estar atento às camadas jovens portuguesas para perceber o diamante em bruto que ali está. Trata-se de um médio que tem tudo para ter um papel determinante no presente do Benfica, bem como no futuro da Seleção Nacional, mas não foi o único a nascer num ano que tem tudo para marcar o nosso futebol. 1999 não é brilhante… é mais do que isso.

Foi essa geração que conquistou o Europeu sub-17 há dois anos, dando logo que falar na altura. Mas era muito cedo para ver aqueles craques de 16 ou 17 anos na ribalta imediatamente, embora não fosse muito difícil chegar à conclusão de que o potencial – e algo mais – estava todo lá. Falo de Gedson, mas a lista de futuros titulares da Seleção Nacional está longe de acabar com o médio do Benfica.

Tem dúvidas? Vamos a contas! O caso mais evidente e com sucesso mais imediato é o de Diogo Dalot, que já não é promessa para ninguém. É uma certeza mais do que absoluta e não é por acaso que já está pronto a ‘rebentar’ no Manchester United. Só não o aproveitou quem não esteve para se preocupar com isso. Tenho a certeza de que falta pouco tempo para DD20 ser chamado por Fernando Santos e agarrar-se à titularidade no lado direito da defesa das quinas. As evidências nem vão dar hipótese.

Segue-se uma série de estrelas em potência, que dão a certeza de que Portugal tem o futuro mais do que assegurado. Por incrível que pareça, o que aí vem até pode ser melhor do que o presente. Mas isso é conversa para outra altura. Ora vejamos mais alguns dos craques que nasceram em 1999. Aliás, dá para fazer um onze!

Diogo Costa; Diogo Dalot, Diogo Leite, Diogo Queirós e Rúben Vinagre; Florentino, Gedson e Domingos Quina; João Filipe, Rafael Leão e João Félix. E ainda há mais… Estão a ver bem o que aí vem? Apertem os cintos que a viagem está só a começar. Muito por causa do trabalho que tem sido feito nas camadas jovens das seleções nacionais, com tanta ‘culpa’ da Federação Portuguesa de Futebol.

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