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HÁ TRÊS CRIAS DE LEOPARDO-DA-PÉRSIA PARA CONHECER ESTE VERÃO NO ZOO

Três crias de leopardo-da-pérsia no zoo
Cria de leopardo-da-pérsia, conhecida como o zoo, no seu primeiro verão
Filhote de leopardo-persa caminha num chão de terra com vegetação
Um filhote de leopardo-da-pérsia olha para o lado, a mãe por perto
Três crias de leopardo-da-pérsia no zoo
Cria de leopardo-da-pérsia, conhecida como o zoo, no seu primeiro verão
Filhote de leopardo-persa caminha num chão de terra com vegetação
Um filhote de leopardo-da-pérsia olha para o lado, a mãe por perto
Três crias de leopardo-da-pérsia no zoo
Cria de leopardo-da-pérsia, conhecida como o zoo, no seu primeiro verão
Filhote de leopardo-persa caminha num chão de terra com vegetação
Um filhote de leopardo-da-pérsia olha para o lado, a mãe por perto
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O Jardim Zoológico convida os visitantes a conhecer três crias de Leopardo-da-pérsia, cujo nascimento representa um importante contributo para a conservação de uma das subespécies de grandes felinos mais ameaçadas do mundo. 

Não há uma, sem duas. Nem duas sem três. As crias de Leopardo-da-pérsia, um macho e duas fêmeas, já podem ser observadas pelos visitantes, depois de terem passado os primeiros meses de vida protegidas junto da mãe. 

 

Nascidas a 22 de abril, as crias começam agora a aventurar-se pela instalação, revelando a curiosidade, energia e comportamento exploratório típicos da idade. Sempre sob o olhar atento da progenitora, dão agora os primeiros passos na descoberta do mundo, proporcionando aos visitantes a oportunidade de acompanhar uma fase única do seu desenvolvimento. 

 

Fruto da segunda ninhada de “Elin” e “Arash”, o casal reprodutor residente no Jardim Zoológico desde 2017, estas três crias representam um marco no compromisso da instituição com a conservação de uma das subespécies de grandes felinos mais ameaçadas do mundo. 

 

O Leopardo-da-pérsia enfrenta atualmente sérias ameaças, como a perda e fragmentação do habitat, a escassez de presas naturais, a caça ilegal para o comércio de peles e ossos e a perseguição devido à alimentação ocasional de gado. Com menos de 1.200 Leopardos-da-pérsia estimados em meio selvagem, cada nova cria representa um contributo relevante para a conservação desta subespécie.  

 

É também por isso que o Jardim Zoológico desempenha um papel de referência na conservação do Leopardo-da-pérsia. Desde 2013, coordena, a partir de Lisboa, o Programa Ex situ (EEP) da Associação Europeia de Zoos e Aquários (EAZA), assegurando a manutenção de uma população viável sob cuidados humanos. 

 

O compromisso do Jardim Zoológico estende-se ainda aos programas de reintrodução na natureza. Em 2012, integrou o projeto do centro de reprodução de Sóchi, no Cáucaso, criado para restabelecer a população de Leopardos-da-pérsia na região. Para esse esforço, contribuiu com a transferência de “Andrea” e “Zadig”, o casal reprodutor que vivia no Zoo.  

 

Um ano após a sua chegada ao Cáucaso, nasceu “Victoria” que, em 2016, se tornou a primeira Leopardo-da-pérsia a ser reintroduzida no seu habitat natural, tendo sido o primeiro nascimento na Rússia em cinquenta anos. 

 

Durante a visita, as famílias poderão observar os primeiros passos dos pequenos leopardos, descobrir curiosidades sobre esta espécie e conhecer o trabalho desenvolvido pelo Jardim Zoológico para proteger espécies ameaçadas, em Portugal e além-fronteiras. 

 

Hoje exploram a instalação entre brincadeiras e descobertas. Amanhã, poderão representar uma esperança renovada para o futuro da sua espécie. Um lembrete de que a conservação não acontece por acaso: constrói-se todos os dias, nascimento após nascimento.  

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