Eustáquio: «Há jogadores que têm de dar 3 ou 4 toques para se virarem para a baliza. O Félix precisa de um»

Jogador do Paços de Ferreira entende que o craque do At. Madrid faz a diferença nos pormenores

• Foto: David Martins
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Record - Um dos momentos marcantes da sua curta carreira foi a chamada aos sub-21. Porém, acabou por optar pela seleção do Canadá. Porquê?

Stephen Eustáquio - Já tinha jogado pelo Canadá nos sub-17. Foi lá que nasci. Depois de algum tempo, surgiu a convocatória do Rui Jorge e eles pensaram, como se costuma dizer, que estava a sair do radar. Ligaram-me, mas eu disse que ia levar as coisas até ao fim e assim foi. No entanto, mantivemos sempre o contacto. A partir do momento em que fomos eliminados pela Polónia, falhando o Campeonato da Europa (2019), senti que tinha terminado aí o meu percurso. Mas tinha de dar seguimento à minha carreira internacional e, por isso, aceitei o convite. Sempre pensei que algum dia poderia chegar à Seleção A portuguesa, mas não sabia quando. Havia Bruno Fernandes, Rúben Neves, Renato Sanches, Gedson, Sérgio Oliveira, André Gomes, André Horta... Depois, existia o aliciante de participar no Mundial de 2026, em que o Canadá é anfitrião juntamente com o México e os Estados Unidos da América. Penso que é o sonho de qualquer jogador e eu não fujo à regra.

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