Eustáquio: «No México apontaram uma arma à cabeça de um colega de equipa. É preciso cuidado...»

Português assinou em janeiro de 2019 pelo Cruz Azul e já viveu algumas experiências marcantes

• Foto: José Ponteira

Record - O México é um país tradicionalmente perigoso. Alguma vez teve receio?

Stephen Eustáquio - Eu não. Felizmente nunca me aconteceu nada. Mas a um colega de equipa apontaram-lhe uma arma à cabeça para levar a carteira enquanto estava a conduzir. São coisas que podem acontecer e todos estamos sujeitos.

R - Qual era a sua rotina na Cidade do México?

Stephen Eustáquio - Era muito diferente da vida que tinha, e tenho, em Portugal. Principalmente a nível social. Ia para o treino e voltava para casa. À noite, tentava não sair muito da zona onde morava e só ia aos restaurantes perto de casa. Apesar de ser perigoso, devo dizer que acho que nunca convivi com pessoas tão amáveis. No México há muita pobreza e as pessoas passam por grandes dificuldades, mas sempre senti muito carinho da parte de toda a gente.

Por Alexandre Moita
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