José Pereiro: «Reticências com o vídeo-árbitro»

Técnico aborda as ajudas tecnológicas

• Foto: Vitor Chi

R - Não há consenso sobre o vídeo-árbitro. Qual é a sua opinião?

JP – Vamos ver. Achei que podia ser bom, mas depois do que vi na Taça das Confederações fico com grande receio. Quando vejo um árbitro parar o jogo, ver que houve uma agressão e, quando devia dar vermelho, deu amarelo, pergunto o que está a fazer o vídeo-árbitro. Há muita coisa para melhorar. Penso que é um passo importante na ajuda aos árbitros, porque é muito difícil decidir à velocidade a que se joga. Mas há coisas para serem melhoradas, há várias questões para serem resolvidas.

R - As paragens podem afetar o jogo?

JP – Muitas paragens não são benéficas. Por isso temos de nos restringir aos erros determinantes. Por exemplo, não se vai parar sempre que há dúvidas numa falta a meio-campo, mas... e se essa falta terminar em golo? Como é? Neste momento, tenho muito mais reticências do que tinha antes da Taça das Confederações. Mas também é verdade que custa ver uma equipa ser eliminada com três/quatro erros claros, como aconteceu na Champions. É bem-vindo mas penso que é precipitado e essa precipitação vem da pressão muito grande que há sobre os árbitros. *

Por Vanda Cipriano
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