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Torres Pereira aberto a alterações estatutárias

Antigo presidente da Comissão de Gestão explica porquê

• Foto: Sporting
R: Antes de ter tomado posse, defendia uma alteração estatutária. Mantém essa posição?

ATP – O que se passou no Sporting nos últimos anos foi um atropelo total à separação de poderes no clube. O Presidente da República tem a ‘bomba atómica’, que é a dissolução da Assembleia da República quando vê que está em causa o regular funcionamento das instituições. Em clubes como o Sporting, o presidente da MAG tem de ter o poder para convocar eleições, se o funcionamento regular do Conselho Diretivo não se verificar. Desta vez, os sócios ainda foram a tempo e conseguiram resolver o problema, mas podia não ter acontecido assim. E também há outra alteração estatutária que é a introdução de uma segunda volta nas eleições, para que o vencedor esteja numa posição confortável.

R: Há quem considere que cada sócio só deve ter um voto. Concorda?

ATP – Não. Em clubes desportivos sou um adepto do sistema de ponderação de votos, como o que vigora.
Por João Soares Ribeiro
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