Balanço do ano da Seleção: Sem arte para ser campeão
Portugal não repetiu a proeza de 2015 e não chegou sequer às meias-finais do Europeu
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Portugal chegou à Polónia agarrado à excelência de um percurso imaculado, de uma geração de príncipes (Bruno Fernandes, Renato Sanches, Gonçalo Guedes, João Cancelo, Bruma e Podence, entre outros) e de uma liderança (Rui Jorge) que foi capaz de, aos poucos, devolver qualidade ao futebol jovem português. Na fase de grupos, a equipa nacional construíra aura de potência – nenhuma derrota no apuramento –, em cenário dimensionado por números impressionantes: dois anos sem derrotas, correspondentes a 19 jogos, com um 2º lugar no Europeu pelo meio.