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Ambos os presidentes já se chegaram a entender às mil maravilhas...
Os nossos piores amigos de hoje são os nossos maiores amigos de ontem? No caso em apreço, confirma-se. No início da última década do século XX, Pinto da Costa e Luís Filipe Viera eram unha com carne. As respetivas famílias eram íntimas e promoviam convívios caseiros. Mas nessa altura Luís Filipe era apenas presidente do Alverca, o clube onde surgiram dois brasileiros que não muito depois seriam jogadores do FC Porto: Deco e Cajú, o primeiro com uma passagem por Vidal Pinheiro. Ricardo Carvalho também iria rodar para Alverca, antes de se afirmar no clube azul e branco.
Os dois presidentes entendiam-se às mil maravilhas. O do Alverca, a fazer o seu tirocínio no futebol, via no do FC Porto um modelo e um mestre, chegando mesmo o Alverca, um neófito da Liga principal, a ter a honra de acompanhar os grandes clubes nos movimentos reivindicativos do futebol português, como aconteceu em 2001 numa deslocação de Dias da Cunha, então líder do Sporting, Pinto da Costa, e Pimenta Machado, presidente do V. Guimarães, à Assembleia da República.
Vieira chega à presidência do Benfica, recebendo o testemunho de Manuel Vilarinho (persona non grata para PC), e tudo começa a mudar rapidamente na relação. O próprio Dias da Cunha lança o anátema do sistema e a corda estica entre as direções do FC Porto e do Benfica. O novo líder dos encarnados assume o ataque direto ao covil dos dragões.
"O mais grave que Pinto da Costa disse sobre Luís Filipe Vieira era que este festejava os golos do FC Porto contra o Benfica e que eram amigos. Sobre esta amizade antiga, posso dizer que, enquanto presidente do Alverca, Luís Filipe Vieira estaria a defender os interesses do Alverca sendo amigo de Pinto da Costa. Os pequenos clubes de futebol sempre se sentiram aconchegados e certos de que evitariam despromoções ou casos desagradáveis no decorrer de uma época, se fossem amigos de Pinto da Costa”, foi assim que Leonor Pinhão, jornalista próxima de Vieira, fez a leitura desta relação, numa entrevista ao “Correio da Manhã”.
Longe ia já o tempo em que Pinto da Costa recebia valiosas prendas do seu homólogo do Alverca, de que é exemplo a figura de um mocho (a maior das corujas) sobre um livro aberto e outro fechado. A coruja simboliza a deusa grega da sabedoria, Atena, e também é símbolo da filosofia. A peça já pôde ser vista no gabinete do presidente portista e numa grande edição da história do FC Porto foi citada como encaminhada para o museu do clube azul e branco…
Há quem garanta, porém, que a intenção de Luís Filipe Vieira era outra. Com aquela oferta estava a antecipar o que alguns anos depois iria acontecer a Pinto da Costa, quando o líder portista, na sequência do processo Apito Dourado, “sentou o rabo no mocho”, passando a estar mais tempo nos tribunais que no seu gabinete no Estádio do Dragão.
O nome de Luís Filipe Vieira como opositor declarado de PC seria citado ainda durante as fases de instrução dos processos que bateram à porta do líder portista, indiciando-o como mentor de Carolina Salgado e da linha que esta seguiu nos seus depoimentos, nomeadamente quando Paulo Lemos, antigo namorado de Carolina, revelou um encontro da ex-companheira de PC com o presidente do Benfica.
Carolina Salgado que, no tempo em que tudo ainda era amor com PC, foi protagonista de um Benfica-FC Porto quando apareceu junto da claque do FC Porto e do famoso guarda Abel com um cartaz onde se lia “Ò Orelhas tou aqui”. Está visto que o tempo tudo muda não apenas no amor mas também nas relações que envolvem outras proximidades.
Valha a verdade, os ratos são o alimento preferido dos mochos e das corujas.
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