Filipe Marques: «A nova geração pode lutar por títulos»

Jovem triatleta de olho no futuro

RECORD - Foi um dos primeiros atletas inseridos no projeto do paratriatlo por parte da federação e é visto como uma das caras do projeto. Sente uma maior pressão a nível de resultados por esse facto ou funciona como uma motivação?

FILIPE MARQUES – Claro que gostava de ter mais atletas portugueses neste projeto, mas tenho orgulho em poder representar o paratriatlo do nosso país. Não julgo que sinta pressão por esse motivo. Vou tentar fazer o meu melhor sempre.

R - Como vê a evolução da modalidade em Portugal nos últimos anos? Existem melhores condições?

FM – Ao longo dos últimos anos, o triatlo passou a contar com um aumento significativo no que diz respeito ao número de participantes. Além disso, é fácil ver que tem existido uma evolução positiva em relação ao nível de condições na participação de atletas em Portugal.

R - Considera que os atletas portugueses estão cada vez mais habilitados para discutirem medalhas e lugares cimeiros com praticantes de outros países e até mesmo em competições com a importância dos Jogos Olímpicos?

FM - Eu acho que sim. Digo isto até porque temos no nosso país o atual campeão do Mundo de juniores [Ricardo Batista] e o João Pereira, que nos últimos Jogos Olímpicos alcançou a 5ª posição, ficando assim muito perto do pódio. Logo, eu acho que nos próximos anos Portugal pode ter uma grande esperança em conseguir medalhas. A nova geração pode lutar por títulos. Isso pode ocorrer até já nos Jogos Olímpicos de 2020, em Tóquio, ou até mais para a frente, nos de 2024, em Paris.

R - Quem vê como exemplos ou referências para si no triatlo?

FM - Nesse perspetiva, tenho o João Pereira, a Melanie [Santos], o Ricardo Batista, que foi recentemente campeão do Mundo de juniores e basicamente acabam por ser esses que enumerei.

R - Que conselhos é que eles lhe dão e de que forma é que o conseguem motivar?

FM - Eu estive com o João Pereira em Yokohama, por exemplo. Nessa altura, foi no Campeonato do Mundo e ele deu-me conselhos importantes naqueles dias em relação à forma como devia treinar e sobre eu fazer o que mais gosto. Basicamente, disse-me para ter paciência e esperar pelo meu momento.

Por Filipe Balreira
Deixe o seu comentário

Últimas Notícias

Notícias
Subscreva a newsletter

e receba as noticias em primeira mão

ver exemplo

Ultimas de Fazemos campeões

Teodoro Cândido: «Na cadeira esqueço tudo»

Aos 66 anos, Teodoro não se cansa. Descobriu o desporto adaptado no sofá durante “a vida de reformado”. Depois disso nunca mais parou: andebol, basquetebol, ténis de mesa, vela... e não quer ficar por aqui

Notícias

Copyright © 2019. Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução na totalidade ou em parte, em qualquer tipo de suporte, sem prévia permissão por escrito da Cofina Media S.A. Consulte a Política de Privacidade Cofina.

0