Francisco Santos: «Mais do que treinador e atletas... somos família»

Um dos treinadores aborda ambiente na Seleção masculina de ténis de mesa

• Foto: Ricardo Jr

O torneio de qualificação para os Jogos Olímpicos não poderia corrido melhor para a Seleção masculina de ténis de mesa. Francisco Santos, um dos treinadores, destaca, tal como os colegas de profissão, o privilégio que é acompanhar diariamente atletas de alta competição que têm aspirações olímpicas, no entanto, salienta os laços que os ligam que vão muito além do desporto.

"Isto é muito mais do que uma relação de treinador e atletas... somos família. Já trabalhamos juntos há algum tempo e eles tornam tudo mais fácil, isto porque trabalham com a mesma alegria, vontade e compromisso como se fosse a primeira vez. Por isso é que têm sucesso e eu sinto um orgulho imenso, sabendo que contribuo com uma pequena parte nesse sucesso", frisa, apontando já a Tóquio: "Habituei-me a esperar tudo deles. Eles colocaram-nos lá e sei que são capazes de fazer coisas muito bonitas."

Em relação à vida de um treinador nacional de ténis de mesa, Francisco Santos, que divide o cargo com Kong Guoping, refere que há uma coisa mais importante do que o planeamento. "Fazemos tudo o que todos os treinadores fazem, mas somos mais do que isso. Estamos preparados para tudo o que for preciso e em que momento for. Eles saberem que estamos disponíveis faz com que estejam mais confortáveis", afirma, acrescentando: "Posso ser repetitivo, mas é mesmo um privilégio ser treinador deles. Toda aquela adrenalina que sentimos a vê-los jogar, o stress... mas, principalmente, a calma que é preciso transparecer. É tudo fantástico. Mas muito do que sei hoje também lhes devo. Eles fizeram-me evoluir como treinador." 

Por Pedro Filipe Pinto
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