Pedro Miguel Moura: «Nós não fazemos naturalizações expresso»

Presidente da Federação Portuguesa de Ténis de Mesa confiante para o torneio de qualificação

• Foto: Peter Spark / Movephoto

"Uma década brilhante a todos os níveis!" É desta forma que o presidente da Federação Portuguesa de Ténis de Mesa caracteriza os últimos dez anos da modalidade. Pedro Miguel Moura destaca as conquistas, mas não é só de medalhas que é feito o sucesso de que fala.

"A todos os níveis. Todos os grandes resultados em elites foram conseguidos nestes últimos dez anos. Antes ganhávamos medalhas nas camadas jovens, mas lá está, com os jogadores que agora estão a brilhar ao mais alto nível internacional. Temos também jovens que estão a aparecer, apesar de esta geração ainda ter muitos e bons anos pela frente", frisa o dirigente federativo, acrescentando: "Será muito difícil repetir os resultados desta década. Para um pequeno país como Portugal, o que fomos capazes de fazer foi absolutamente memorável."

Pedro Moura quis falar das naturalizações para realçar um ponto. "A Fu Yu veio aumentar muito a qualidade do ténis de mesa português. É verdade que algum do nosso sucesso vem da naturalização de atletas, mas nós não fazemos naturalizações expresso. Todas as nossas jogadoras vivem em Portugal há muito tempo e representam o nosso país com muito orgulho nacional", frisa.

Ainda falta a qualificação, é verdade, mas o presidente já olha para Tóquio com objetivos bem definidos. "Tenho plena confiança de que vamos lá estar, por isso acreditamos que é possível um resultado entre os oito primeiros e isso já seria muito bom! Uma medalha seria histórico, só nos falta isso. Já estivemos perto e acreditamos que é possível", conclui, frisando que ficar de fora dos Jogos Olímpicos "seria uma desilusão enorme".

"Medalhas são possíveis"

O técnico da Seleção masculina, Francisco Costa, garante estar totalmente concentrado no torneio de qualificação e demonstra o foco dos atletas. "Eles já participaram em três Jogos Olímpicos e eu estou a vê-los com a mesma vontade da primeira vez. Isso mostra bem a ambição, caráter e foco com que eles estão", refere a Record, garantindo que o sonho olímpico é verdadeiro: "Primeiro temos de nos qualificar, mas acredito que as medalhas são possíveis. É o resultado que lhes falta na carreira e sei que eles são capazes de o conseguir."

Por Pedro Filipe Pinto
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