Ruben Guerreiro: «Duvido que algum dia me vá fartar do ciclismo»

Ciclista português não esconde paixão pela modalidade

• Foto: Rui Minderico

RECORD - O que seria se não fosse ciclista?

RUBEN GUERREIRO - Isso é muito complicado de dizer, mas... tenho uma ‘pancada’ pelos carros e acho que, pela adrenalina, poderia ser piloto, mas não sei se faria bons resultados. Sempre dentro do desporto, não me consigo ver parado.

R - Ainda falta muito tempo, mas já tem planos para quando pendurar a bicicleta?

RG - Ainda não tenho nada planeado. Quero ter uma carreira longa e com muito sucesso, só depois é que vou pensar nisso. Mas uma coisa é certa, quero continuar ligado à modalidade. Ainda sou relativamente novo, mas já tenho muitos anos disto. Ainda não me fartei e duvido que algum dia me vá fartar, por isso espero continuar ligado.

"Tive a sorte de ser da confiança de Contador e Degenkolb "

R - Como foi dar o salto para a Trek, logo aos 22 anos?

RG - No primeiro estágio ainda não estava muito dentro da equipa, mas com o passar do tempo fui-me integrando e dava conta que já estava no World Tour.

R - E como foi correr ao lado de Contador ou Degenkolb?

RG - Há sempre grupos dentro das equipas, com esses líderes a terem sempre oito companheiros de confiança que fazem sempre as corridas com eles. Eu tive a sorte de ser da confiança do Contador e do Degenkolb.

R - Houve algum tipo de praxe?

RG - Houve pois. No último jantar do primeiro estágio tive de acabar com três garrafas de vinho mais não sei quantos ‘shots’ de bebidas brancas...

R - Como é que isso acabou?

RG - Na cama! (risos)

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