_

«A fraqueza da Rússia é óbvia»: Zelensky reage a rebelião do Grupo Wagner

• Foto: EPA

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, pronunciou-se, este sábado, sobre a rebelião do grupo Wagner e disse que "a fraqueza da Rússia é óbvia".

O líder ucraniano referiu que "todo aquele que escolhe o mal destrói-se a si próprio" e realçou que a Rússia tem utilizado, desde que a guerra eclodiu em fevereiro de 2022, a propaganda para "mascarar a fraqueza e estupidez do governo". 

PUB

"Quanto mais tempo a Rússia mantiver as suas tropas e mercenários na nossa terra, mais caos, dor e problemas irá sentir mais tarde", escreveu no Twitter.

Embaixada em Moscovo pede a portugueses que evitem locais públicos e deslocações

A embaixada de Portugal em Moscovo recomendou hoje a todos os cidadãos nacionais que estejam na Rússia para evitarem locais públicos e deslocações desnecessárias, por causa da rebelião do grupo paramilitar Wagner."A embaixada de Portugal recomenda aos cidadãos nacionais que se encontrem na Rússia que evitem locais públicos, grandes aglomerados e deslocações desnecessárias, especialmente nas regiões do Sul do país, em particular Rostov-on-Don", dá conta uma nota publicada no Portal das Comunidades.

O serviço diplomático português aconselhou os portugueses a terem "uma atitude vigilante e seguir as orientações e recomendações de segurança que venham a ser divulgadas pelas autoridades russas".

PUB

A embaixada portuguesa está a "acompanhar a situação" e deixou dois contactos para os cidadãos que necessitem "em caso de emergência ou necessidade de assistência consular": sconsular.moscovo@mne.pt ou o número +7 (965) 348 13 28.

"Reitera-se a recomendação para sejam evitadas deslocações à Rússia e os cidadãos nacionais que permaneçam na Rússia deverão ter em atenção as suas circunstâncias pessoais", acrescentou a embaixada no comunicado divulgado.

O líder do grupo paramilitar Wagner, Yevgeny Prigozhin, reivindicou hoje a ocupação de Rostov, cidade-chave no sul da Rússia para guerra na Ucrânia, e apelou a uma rebelião contra o comando militar russo, que acusou de atacar os seus combatentes.

PUB

O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, qualificou a ação do grupo paramilitar de rebelião, afirmando tratar-se de uma "ameaça mortal" ao Estado russo e uma traição, garantindo que não vai deixar acontecer uma "guerra civil".

Por Correio da Manhã e Lusa
Deixe o seu comentário
PUB
PUB
PUB
PUB
Ultimas de Fora de Campo Notícias
Notícias Mais Vistas
PUB