A vida de Marcelo depois de Belém: do pacto de silêncio com os irmãos à recusa em receber dinheiro por eventos

Marcelo Rebelo de Sousa O ex-Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, durante uma aula com alunos da Escola Secundária Adolfo Portela
• Foto: Lusa

Ainda não fez totalmente as pazes com o filho desde o caso das gémeas. Tem um pacto de silêncio com os irmãos para não falarem dele. Não aceita receber dinheiro por eventos. Acompanha o País com a mesma voracidade, mas do sofá. Isolou-se. E reflete sobre como quer ficar na História da política nacional.

Marcelo Rebelo de Sousa estava deitado a ler na sua espreguiçadeira na praia de Monte Gordo, Vila Real de Santo António, no domingo, dia 6 de setembro, quando um político da nossa praça se aproximou do ex-inquilino de Belém para o cumprimentar. A careta denunciou o ex-Presidente, que no início não estava a ver quem era (perceberia logo depois). Mas Marcelo nunca se mostra incomodado: conversa com qualquer um que o aborde, tira fotografias, distribui abraços. Acontece que o político lhe perguntou pela política. E por isso recebeu como resposta pronta: “Ah, isso já não me interessa. Já não quero saber da política para nada.”

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Por Sábado
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