Em 2024, o agricultor Sidrônio Moreira contraiu um empréstimo de 15 mil reais (2.500 euros) para comprar uma máquina para perfurar o solo em busca de água para a sua exploração, localizada no estado brasileiro do Ceará. Mas, em vez de água, encontrou um líquido preto a 40 metros de profundidade. No mês passado, um ano e meio depois do "achado", a Agência Nacional do Petróleo (ANP) confirmou tratar-se de petróleo cru. Mas a descoberta não só não lhe resolveu o problema de falta de água para abastecer a propriedade e alimentar os animais, como lhe trouxe dores de cabeça.
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