Ana Jorge: «Um gestor nosso foi recebido com uma arma no banco do carro»

Ana Jorge no Parlamento
• Foto: Lusa

 Passou quase um ano desde a sua saída e Ana Jorge não esconde a amargura sobre como foi afastada da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa pela ministra Maria do Rosário Palma Ramalho e o governo da AD. Percebe-se que gostaria que os partidos não deixassem cair a Comissão de Inquérito sobre a Santa Casa e que continua a acompanhar a instituição para onde sonhou, quando era jovem, que ia trabalhar como pediatra após a reforma. Acabou por ir, mas como provedora – o cenário que encontrou não foi de sonho. Leia o artigo na íntegra na 'Sábado'.

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