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O Presidente dos EUA, Donald Trump, foi questionado esta terça-feira, numa conferência de imprensa na Casa Branca, até onde estaria disposto a ir para controlar a Gronelândia. “Vocês vão descobrir”, respondeu, numa frase que pode ser vista como sinal de determinação ou mesmo uma ameaça velada.
As palavras surgem no mesmo dia em que o primeiro-ministro da Gronelândia apelou à população que se prepare para uma eventual invasão militar dos EUA.
Ainda sobre a Gronelândia, Trump disse estar otimista. “Temos muitas reuniões agendadas [em Davos] sobre a Gronelândia e acho que as coisas vão correr muito bem”, disse.
Já sobre a ameaça de impor tarifas a oito países europeus pela sua oposição à anexação da Gronelândia, o Presidente dos EUA referiu que se o Supremo Tribunal dos Estados Unidos decidir que as tarifas são ilegais “teremos de usar outra coisa”. “O que estamos a fazer agora é a melhor, mais rápida, mais forte e menos complicada forma”, acrescentou.
Após um longo discurso em que abordou diversos temas, Trump foi também questionado pelos jornalistas sobre se falou recentemente com o Presidente francês, Emmanuel Macron, ou com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer. O Presidente norte-americano disse que não falou com nenhum dos líderes desde que publicou, na noite de ontem, na rede social Truth Social, críticas ao Reino Unido por “planearem dar a ilha de Diego Garcia”, o que considerou “muito estúpido”.
Trump frisou que se “dá bem” com Macron e Starmer. “Eles são um bocado duros quando não estou por perto, mas tratam-me muito bem quando estamos juntos”, disse.
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