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Ricardo Portal, capitão da GNR, foi condecorado em 2023 por desmantelar uma rede de tráfico de droga. Mas, diz o Ministério Público, que já nessa altura, o militar se dedicava à prática dos mesmos crimes. Pelo menos desde junho de 2022 que tratava de toda a logística para que elevadas quantidades de droga fossem retiradas do Porto de Leixões, em Matosinhos, e levadas para um armazém em Fafe. Foi apanhado com 1,3 toneladas de cocaína, escondidas em contentores de peles de animais. No esquema criminoso, o militar contava com a ajuda a mulher a do irmão. Só Ricardo e a mulher lucraram mais de 1,2 milhões com os crimes. Já o irmão arrecadou 150 mil euros. É isto que sustenta a acusação agora deduzida, que imputa aos três arguidos crimes de tráfico de droga, associação criminosa e branqueamento de capitais.
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