O advogado Ricardo Sá Fernandes admite processar o Estado português por "falhas gravíssimas" na investigação da Polícia Judiciária (PJ) nos primeiros dias após o desaparecimento de Rui Pedro.
O jurista, que representa a família da criança de Lousada desaparecida desde 1998, revelou também que vai solicitar uma reunião com a direção nacional da PJ para que sejam apuradas "todas as responsabilidades" relativamente a atos de que tomou conhecimento hoje e que considerou "gravíssimos".
Ricardo Sá Fernandes falava à saída do tribunal de Lousada no final da décima sessão de julgamento de Afonso Dias, acusado do rapto de Rui Pedro. Nesta sessão depuseram mais três inspetores que, em 1998, integraram a primeira equipa da PJ que investigou o desaparecimento do menor.
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