Enquanto escrevo há mães que embalam filhos cadáveres em Gaza. Há muitas crianças e jovens no mundo que aguardam em sofrimento a proteção da justiça perante os seus corpos violados. Há mulheres e raparigas que sobrevivem à vitimização de violência nas famílias e instituições, também em Portugal.
A empatia e as transformações de que precisamos não se constroem por osmose, nem pela visualização de imagens terríficas da dor — ou a maioria dos conflitos teriam sido resolvidos em poucos dias. A cidadania, a igualdade e os Direitos Humanos têm de ser conhecidos, debatidos, implementados e usados com a mesma facilidade com que usamos o saber básico da aritmética ou da ordem alfabética. E o que tem isto a ver com educação sexual? Tudo. Leia o artigo na íntegra na Máxima