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Com chumbo anunciado, a moção de confiança que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, pediu ao Parlamento abre a porta a eleições, que o Presidente da República sinalizou poderem ocorrer já em maio.
Eis os próximos passos de uma nova crise política, com um calendário "muito curto", admite Marcelo Rebelo de Sousa. Desta vez motivada pelas suspeições sobre conflitos de interesse da empresa familiar de Luís Montenegro. Será a terceira vez que o chefe de Estado recorre à 'bomba atómica' e as segundas eleições legislativas em pouco mais de um ano.
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