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A atenção política à volta da empresa Spinumviva, fundada por Luís Montenegro em 2021 e passada para a sua mulher e filhos, tem-se focado na eventual relação com negócios imobiliários e a Lei dos Solos. O maior problema de potencial conflito de interesses, contudo, não incide sobre o imobiliário, notam três analistas ouvidos pela SÁBADO. A possibilidade de atuar na compra e venda de casas e terrenos é só uma pequena parte do objeto empresarial de uma consultora cuja atuação é praticamente ilimitada – e que abre uma porta financeira, de escrutínio impossível, para potencial acesso ao primeiro-ministro.
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