E-toupeira: Inquérito do DIAP a Paulo Gonçalves divulgado na internet

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Blogue Mercado do Benfica expôs inquérito que pertencerá à 9ª secção do Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa.

O inquérito feito pelo DIAP sobre a operação e-toupeira envolvendo Paulo Gonçalves foi publicado esta sexta-feira à tarde no blogue Mercado do Benfica.

O documento tem 29 páginas e resume toda a investigação sobre a operação que envolve o assessor jurídico do Benfica. Nele são revelados todos os pormenores da investigação desenvolvido nos últimos meses. 

Paulo Gonçalves foi detido na manhã de 6 de março. No dia 7 foi ouvido em Tribunal e saiu em liberdade. A única medida de coação aplicada ao assessor do Benfica foi a proibição de contactar os outros arguidos do caso. Paulo Gonçalves pode, assim, frequentar o Estádio da Luz, ao contrário do que tinha pedido o Ministério Público, o que se verificou logo nesse fim de semana, quando assistiu ao jogo com o Aves.

O assessor jurídico das águias está indiciado de um crime de corrupção ativa e quatro de violação do segredo de justiça em co-autoria com José Silva.

O técnico do Ministério da Justiça ficou em prisão preventiva, indiciado de um crime de corrupção passiva, favorecimento pessoal, peculato, burla informática, falsidade informática, nove de acesso ilegítimo e quatro crimes de violação do segredo de justiça.

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Paulo Gonçalves foi detido na manhã de 6 de março. No dia 7 foi ouvido em Tribunal e saiu em liberdade. A única medida de coação aplicada ao assessor do Benfica foi a proibição de contactar os outros arguidos do caso. Paulo Gonçalves pode, assim, frequentar o Estádio da Luz, ao contrário do que tinha pedido o Ministério Público, o que se verificou logo nesse fim de semana, quando assistiu ao jogo com o Aves.

O assessor jurídico das águias está indiciado de um crime de corrupção ativa e quatro de violação do segredo de justiça em co-autoria com José Silva.

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O técnico do Ministério da Justiça ficou em prisão preventiva, indiciado de um crime de corrupção passiva, favorecimento pessoal, peculato, burla informática, falsidade informática, nove de acesso ilegítimo e quatro crimes de violação do segredo de justiça.

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