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10 de junho de 1995, Alcindo Monteiro é violentamente agredido no Bairro Alto, em Lisboa, com pontapés, base de cimento de um sinal de trânsito e mais pontapés. "Onze homens, cinco dos quais calçando botas com biqueira de aço, todos ao pontapé e ao murro a um único homem", lê-se no acórdão do Supremo Tribunal de Justiça. "Isto é na verdade um meio insidioso de dar a morte, o qual revela efetivamente uma especial censurabilidade e perversidade dos agentes, das quais é emblemática a pose do arguido João Martins com a sua bota sendra em cima da cabeça da presa moribunda e braços erguidos em atitude de caçador triunfante." Volvidos 30 anos, no 10 de junho de 2025, João Martins (na imagem abaixo) e o antigo vigilante noturno Nuno Themudo, dois condenados pela morte de Alcindo Monteiro, regressaram à noite de Lisboa e estiveram presentes no grupo que atacou atores da companhia de teatro A Barraca, apurou a 'Sábado'. Leia aqui o artigo na íntegra.
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