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Uma mudança de planos por razões de segurança - transportar o caixão de Isabel II de avião, e não de comboio, como a Rainha pretendia - foi o suficiente para gerar um pico de utilizadores nunca antes visto na maior plataforma de monitorização de voos em tempo real do mundo. No primeiro minuto do trajeto entre Edimburgo, na Escócia, e Northolt, em Londres, seis milhões de pessoas tentaram seguir o último voo da monarca britânica, a 13 de setembro de 2022 - mas só 600 mil conseguiram acompanhar a viagem antes de o Flightradar24 ir abaixo.
Seguiram-se várias medidas de emergência: além de uma sala de espera virtual, de onde milhões de pessoas nunca 'saíram', foi decidido passar a transmissão em direto também no YouTube (o que permitiu o acesso de mais 300 mil pessoas). No total, houve 76,2 milhões de pedidos para seguir o voo, mas apenas 5 milhões conseguiram de facto fazê-lo. Leia o artigo na íntegra na Sábado.