Nuno Figueiredo e Sousa tinha desligado o telemóvel durante a noite, como faz sempre, e quando acordou naquela quinta-feira viu algo fora do comum: tinha 386 mensagens. As notícias nessa manhã revelavam que o até aí desconhecido médico de 48 anos fora escolhido para presidir à futura Associação de Médicos Prestadores de Serviços – o nome ainda está pendente de autorização –, um novo movimento orgânico de médicos tarefeiros, com poder negocial para paralisar os serviços de urgências da maioria dos hospitais públicos. Leia o artigo na íntegra na 'Sábado'.