Apartir de agora, qualquer pessoa com algum grau de incapacidade intelectual, na Argentina, vai passar a ser considerada "idiota", "imbecil" ou "deficiente mental". Redigido pela Agência Nacional da Incapacidade (ANDis), o decreto já mereceu o repúdio de várias organizações, que o consideraram como arcaico, discriminatório e violador das resoluções da Organização das Nações Unidos (ONU).
No final do ano passado, a ANDis reviu o regulamento de concessão de pensões por invalidez laboral, que utilizava à altura os critérios de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada pela ONU em 2008. Apesar deste regulamento ter estatuto constitucional, a extrema-direita de Milei considerou-o demasiado frouxo. A 14 de janeiro, o governo publicou, então, um boletim oficial que altera os níveis de incapacidade intelectual de leve, moderada e grave, para "idiota", "imbecil" ou "deficiente mental".
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