Morreu o líder supremo do Irão, o aiatola Ali Khamenei. A notícia foi confirmada pelo regime iraniano através de um apresentador da televisão estatal iranian. O líder supremo da República Islâmica do Irão estava no poder há 36 anos e o regime decretou 40 dias de luto e sete feriados pela sua morte. A notícia da morte do aiatola foi festejada por alguns iranianos
A televisão iraniana não especificou em que circunstância Ali Khamenei faleceu aos 86 anos, nem mencionou os ataques israelitas e americanos de sábado contra a sua residência em Teerão. Na sequência desses ataques, Israel e Estados Unidos afirmaram que Khamenie tinha morrido.
Fotos e imagens de arquivo do aiatola estão a ser transmitidas com uma faixa preta no ecrã em sinal de luto. Khamenei liderava o 'establishment' clerical do Irão e a sua Guarda Revolucionária paramilitar, os dois principais centros de poder na teocracia governante. Khamenei foi o segundo líder da República Islâmica, sucedendo ao aiatola Ruhollah Khomeini, líder da Revolução Islâmica de 1979.
"Khamenei, uma das pessoas mais maléficas da história, está morto", escreveu Trump numa publicação nas redes sociais, alertando para a continuação de "bombardeamentos pesados e precisos" ao longo da semana e mesmo além, no quadro de um ataque que os EUA justificam como necessário para incapacitar as capacidades nucleares do país.
O ataque deste sábado abriu um novo capítulo na intervenção dos Estados Unidos no Irão, e traz consigo o potencial para violência retaliatória e uma guerra mais ampla, representando uma demonstração surpreendente de um Presidente norte-americano que assumiu o cargo com uma plataforma a que chamou "America First" e prometeu manter-se fora de "guerras eternas".
Ali Larijani, secretário do Conselho de Segurança Nacional do Irão, disse no sábado que Israel e os Estados Unidos "se arrependerão das suas ações". "Os bravos soldados e a grande nação do Irão darão uma lição inesquecível aos opressores internacionais infernais", publicou Larijani na rede social X.
Cerca de 12 horas após o início dos ataques, as forças armadas dos EUA informaram que não houve vítimas norte-americanas e que os danos nas bases dos EUA foram mínimos, apesar das "centenas de ataques com mísseis e drones iranianos".
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